sábado, 14 de novembro de 2009

Texto feito feito pelos integrantes do primeiro grupo sobre Violência doméstica.

A violência doméstica ocorre entre familiares sejam eles diretos como pais e irmãos, ou
indiretos como tios e primos, na maioria dos casos são pessoas do sexo feminino que sofrem esse tipo de violência.
De tanto sofrer agressões de seu marido, depois de levar tiros que levaram Maria da Penha
a ficar tetraplégica, e sua luta para conseguir justiça contra seu esposo, uma lei foi criada e recebe o nome de “A lei Maria da Penha”.
Onde o agressor pague com serviços prestados a população ou pode ficar preso por até um ano. Para que isso aconteça à vítima tem que denunciar seu agressor, mas não é fácil, pois ele, na maioria dos casos, é um parente próximo, muitas mulheres sentem vergonha ou tem medo de recorrer a uma delegacia para denunciar a violência e os abusos que sofrem. Ás vezes chegam a denunciar, mas, retiram a denuncia por sofrerem pressão.

Video feito pelos integrantes do primeiro grupo sobre violência doméstica.

Texto feito feito pelos integrantes do segundo grupo sobre Violência doméstica.

A violência doméstica é um assunto presente quase diariamente nos noticiários. Na maioria das vezes é vivida por pessoas indefesas e que principalmente têm medo de se pronunciar sobre o assunto , até mesmo com pessoas próximas,como familiares e amigosEla pode ocorrer de várias formas: começa geralmente com agressões verbais, perturbações psicológicas, ameaças e principalmente agressões físicas.Muitas mulheres são agredidas dentro de suas casas e quase em sua totalidade aceitam a agressão por dependerem financeiramente e emocionalmente de seus parceiros. A questão dos filhos do casal também é muito influente, já que estas mulheres temem ficar desamparadas, criando seus filhos sozinha, ou têm apenas o receio de voltar para casa de seus pais, já que uma vez casada, há a esperança lógica de que esta união dure e seja sólida.Existem muitos casos de violência doméstica. O mais conhecido na mídia foi ‘ caso MARIA DA PENHA’. Uma mulher que sofria violência doméstica freqüente mais que não se calou. Ao ficar paraplégica, em decorrência das agressões de seu marido, ela resolveu lutar e buscar seus direitos. Hoje, existe uma lei que leva o nome dessa mulher, que um exemplo para todas aquelas que sofrem abusos em seus lares, como espancamento, estrupos, pressões psicológicas, manipulação e outros fatos exemplos de violência.Então, se existe uma lei que protege essas mulheres por que elas não denunciam estes agressores? Como abandonar uma família que é construída dia a dia? Como voltar para a casa dos pais? É mais fácil compreender se olharmos pelo ângulo em que elas se encontram.Nós, enquanto sociedade devemos trabalhar para que ocorra conscientização e que estas mulheres possam vir á público e denunciar estes agressores. Os meios de comunicação oferecem várias formas de denuncia, pra os que não querem ser agredidos ou os que sabem e agressões sofridas por oura pessoas, existe o disque denúncia, o quem mantêm sigilo sobre a identidade dessa pessoa.Através desse ato poderemos ajudar essas mulheres que, sozinhas, não podem ou não têm a oportunidade de se defenderem de tais situações violentas.

Video escolhido pelos integrantes do segundo grupo sobre a violência doméstica.

Texto feito feito pelos integrantes do grupo sobre Violência na escola.

Desde 2000 pesquisas sobre a violência na escola já vem sendo realizadas. Pois acredita-se que vem sempre acompanhada de algum fator, e não é algo que começa e termina em sala de aula. O professor como tem o poder maior dentro da sala de aula tem que tentar entender e controlar as conseqüências da violência que são:as agressões, e depois dessas agressões vem o medo, depressão que tem levado muitas pessoas a ter o síndrome do pânico e a obsessão, e a mais citada pelos alunos é a perda de vontade de ir a escola, e etc. Segundo uma pesquisa realizada pela UNESCO em 2004, 30% dos professores já viram armas nas mãos de alunos, e violências contra eles estão sendo mais freqüentes nos últimos tempos. Mais de 50% dos professores alegam que acontecem furtos nas instituições onde trabalham. A violência na escola nos últimos tempos esta sendo conhecida como bullying, que é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo bully ou "valentão" ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo incapaz de se defender. O bullying pode se dar em qualquer tipo de escola, seja ela pública ou privada, mas segundo alguns especialista, quanto maior o centro educacional, tem-se mais possibilidade que haja essa violencia. Uma explicação simples para o bullying, é a maneira em que a criança foi criada, ou seja, no monento de ser educada,não lhes encinaram a ter limite, pode se dizer também que teve ausencias de valores e de regras de convivências (em receber punições e castigos através de violência ou intimidações e a aprender resolver os seus problemas com violência.A 3 tipos de bullying: o físico ex. Bater, chutar, roubar, o verbal ex. acicatar, ridicularizar, usar termos racistas e o endireito ex. espalhar boatos de forma maliciosa, excluir alguém do grupo social. Podemos pegar de exemplo o Zeca da novela “Caminho das Índias”. O Zeca é um jovem de posse, sem limites, seus pais o apoiam em tudo de errado que ele faz, sempre pasando a mão na cabeça dele. Até que um certo dia ele atropelou uma mulher que estava gravida, e com o acidente ela acabou perdendo a criança, e nisso ele foi preso e julgado, acabou tendo que pagar a pena prestando serviço para a comunidade e perdeu a carteira de abilitação.

Video escolhido pelos integrantes do grupo sobre a violência na escola.

Texto feito pelos integrantes do grupo sobre a violência no trabalho.

A violência no trabalho é uma das principais causas de processos criminais contra empresas e ocorre quando um funcionário superior ou não, se sente no direito de oprimir o outro, existem várias formas de agressão.
Uma das principais causas das agressões ocorre quando o chefe começa a pressionar o trabalhador achando que ele não está trabalhando o necessário para receber seu salário. Outra causa começa em pequenas brincadeiras e inocentes apelidos, porém isso vai crescendo a acaba se tornando bullying aqui no Brasil é a xocota excessiva, a perseguição a uma pessoa, que sempre existiu, no entanto só atualmente vários países estão considerando o bullying como crime - entre outras inúmeras agressões físicas e moral. Mas tem leis que foram feitas para o trabalho não passar por esse tipo de humilhação também tem de abrir certas brechas para que os empresários tenha a facilidade de ganhar ou demora anos que o funcionário receba o seu direito, por causa disso não facilite esse tipo de brecha, e também os superiores pensem um pouco no trabalho.
Em todas as ocasiões o resultado dessas agressões são desastrosas, e podem ocorre problemas psicológicos dificilmente tratados, longos processos e podem até terminar em morte, a maioria das causas podem ser facilmente evitadas se a empresa zelar pela paz entre funcionários.

Video escolhido pelos integrantes do grupo sobre a violência no trabalho.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Texto feito feito pelos integrantes do grupo sobre Violência no Tráfico.

A Violência no Tráfico é uma conseqüência de um problema social que começa na maioria das vezes na falta de estrutura familiar.
Nas famílias pobres, nas periferias e aglomerados falta o mínimo necessário para se viver, facilitando assim o caminho do traficante até os jovens que acabam Aceitando os pequenos trabalhos de “aviõezinhos” em troca de drogas e dinheiro fácil nas famílias de classe media/ alta a falta de presença dos pais de carinho, isto muitas vezes é compensado com dinheiro e presentes. Apesar disso os filhos buscam alegria e amor em festas, bebidas e drogas.
Em qualquer situação financeira, a dependência das drogas vai levando as pessoas por caminhos cada vez mais estreitos e sem volta. Por causa desta dependência as pessoas perdem a dignidade, a auto estima e até mesmo sua identidade.O trafico de drogas e cruel e não perdoa dividas. Quando o usuário não pode pagar o que deve, sua família e ameaçada e às vezes e morta. Muitas vezes, o usuário começa a fazer pequenos roubos dentro de ou de seus familiares para manter o seu vicio, e também se tornar marginal, ladrão e assassino
Quando o traficante é preso, ele continua a controlar o trafico de dentro da cadeia e na maioria das vezes ficam presos por muito pouco tempo, pois tem dinheiro para subordinar os responsáveis pela segurança.
O trafico de drogas atualmente é responsável pelo maior numero de mortes, principalmente entre os jovens e adolescentes. Infelizmente o problema do trafico é toda a violência que traz por conseqüência, esta longe de acabar e se muita coisa não for feita para sanar a raiz do problema o trafico vai continuar a dizimar muitas e muitas vidas.

Video escolhido pelo grupo da Violência no trafico.

Violência na escola

Violência na escola
Dura realidade

Lei número 11.340 Maria da Penha

Conhecida como Lei Maria da Penha a lei número 11.340 decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de agosto de 2006; dentre as várias mudanças promovidas pela lei está o aumento no rigor das punições das agressões contra a mulher quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar. A lei entrou em vigor no dia 22 de setembro de 2006, e já no dia seguinte o primeiro agressor foi preso, no Rio de Janeiro, após tentar estrangular a ex-esposa.O caso nº 12.051/OEA de Maria da Penha (também conhecida como Leticia Rabelo) Maia Fernandes foi o caso homenagem a lei 11.340. Agredida pelo marido durante seis anos. Em 1983, por duas vezes, ele tentou assassiná-la. Na primeira com arma de fogo, deixando-a paraplégica, e na segunda por eletrocução e afogamento. O marido de Maria da Penha só foi punido depois de 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime fechado.Em razão desse fato, o Centro pela Justiça pelo Direito Internacional (CEJIL) e o Comitê Latino-Americano de Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM), juntamente com a vítima, formalizaram uma denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA que é um órgão internacional responsável pelo arquivamento de comunicações decorrentes de violação desses acordos internacionais.A lei alterou o Código Penal brasileiro e possibilitou que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, estes agressores também não poderão mais ser punidos com penas alternativas, a legislação também aumenta o tempo máximo de detenção previsto de um para três anos, a nova lei ainda prevê medidas que vão desde a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e filhos.

Violência no Brasil pode sair do controle, diz general Alberto Cardoso

A situação da violência no Brasil é tão grave que será muito difícil revertê-la ou mantê-la sob controle, afirmou nesta quinta-feira no Rio o general Alberto Cardoso, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
Para o general Cardoso, "estamos chegando próximo de um ponto de não-retorno". Ele se referia, em palestra para cerca de 200 metalúrgicos, ao atual quadro de violência no país.
Ele disse que "ou se ataca com vontade" problemas como o "das injustiças sociais" ou "se chega a um ponto em que é melhor desistir". A saída para controlar a violência, disse, é "uma cruzada nacional", na qual se engajariam a sociedade e os governos federal, estaduais e municipais.
"O consumismo é a doutrina que se procura seguir. Nem sempre pode ser atingida essa expectativa de consumo. Busca-se o caminho mais fácil, que é o do crime. Mata-se com a maior tranquilidade. Como se estivesse afastando o obstáculo em uma caminhada", afirmou Cardoso.
Segundo ele, o Plano Nacional de Segurança Pública, instituído pelo governo federal em junho, fracassará caso não haja a participação social na busca de soluções.
"O problema da segurança pública não pode ficar apenas confiado ao Estado ou aos governos. Não se pode imaginar que eles vão resolver isso sozinhos", disse.
Na palestra de abertura do Seminário Nacional dos Metalúrgicos, organizado pela central Força Sindical, ele defendeu que os segmentos sociais exerçam pressão sobre as administrações públicas."
A forma de a sociedade participar do combate à violência é pressionando. A sociedade, pressionando, mostra uma urgência para a qual nós, autoridades, não estamos alertas", disse o general.
A "cruzada nacional" que vislumbrou como saída para a crise da violência no Brasil não será organizada pelo governo federal."Não seria eficaz (a organização pelo governo). É mais um trabalho de tomada de consciência por parte da sociedade. Todos temos responsabilidades nisso aí", disse.
Na opinião do general, os sindicatos, as igrejas de diferentes religiões, as escolas, as organizações não-governamentais e as famílias deveriam se engajar nesse movimento contra a violência."
A família deve ser, ao mesmo tempo, instrumento e vetor dessa cruzada. As igrejas têm que se envolver em uma campanha de recuperação de valores espirituais", afirmou Cardoso, para quem "o povo tem que se conscientizar" da necessidade de lutar pela volta "e alguns valores perdidos".